BENVINDO A FREGUESIA DE SANTA CATARINA FOGO
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Nov 3, 2009
                          José Vieira Lobo de Pina “Chéché ki frá”

Originário de uma família humilde da Vila de Cova Figueira, sede do Concelho de Santa Catarina do Fogo, onde nasceu a 15 de Março de 1950,
Chéché, tornou-se numa figura muito conhecida, quer na ilha do Fogo, mas também na emigração, Estados Unidos da América.

rural dedicou-se a agricultura e criação de animais. Chegou a frequentar a escola, mas não conclui o segundo grau (quarta classe) que só veio a
obter nos anos setenta quando, as autoridades exigirem-na para poder passar licença comercial.

Aos 19 anos deixou a sua querida vila de Cova Figueira e passou dois anos na Cidade da Praia antes de ser chamado a prestar serviço militar,
primeiro em Portugal e depois em Angola, onde passou três anos.

Com vocação para negócio, mesmo prestando serviço militar, Chéché, conseguiu montar um estabelecimento comercial em Angola, através de
solicitação de produtos a crédito no armazém militar. Depois de terminar o serviço militar regressou a Cabo Verde e no ano seguinte voltou de
novo a Angola onde passou mais um ano.

Em 1976 deslocou-se a Portugal para encontrar com a namorada, actual mulher, que era emigrante nos Estados Unidos. Naquele país tentou visto
de não emigrant para América, mas sem sucesso e passou 11 meses sem trabalho (era tratado como desalojado), ate que encontrou na
embaixada de Cabo Verde em Portugal com Corsino Fortes, que depois de inteirar da sua vida deu-lhe uma carta, que levou ao cônsul dos Estados
Unidos e obteve o visto. Chegado a América, no ano de 1977, casou e iniciou a construir a vida.

Situações difíceis na emigração

Como os demais emigrantes enfrentou situações difíceis (não sabia a língua, não tinha licença de condução, não havia muitos Cabo-verdianos e
tinha que trabalhar dois trabalhos para comprar casa, adaptar as condições climáticas) para conseguir amealhar algum fundo que investiu na Vila
de Cova Figueira na área de comércio, restauração/pensão e discoteca e construção.

Chéché que diz acreditar em Deus e considera-se uma pessoa sortuda, chegou a trabalhar 16 horas por dia, começando numa fábrica de papel e
noutra de ferro. Paralelamente criava animais para abate e tinha pequeno regadio no seu próprio quintal.

Depois trabalhou numa fábrica de pele, onde trabalhava em média 60 horas por semana e quando pensou em regressar a Cabo Verde para
construir, pediu licença de um ano, mas não lhe foi concedido, e veio a Cabo Verde para iniciar as construções.

Depois de colocar três pessoas, sem resultado, o patrão da fábrica mandou chamar-lhe de novo para ocupar o lugar. Na qualidade de chefe, uma
vez levou pele para uma fábrica de confecção de sapatos, e por sorte, esta estava a fechar e Chéché, dado o sentido e dom para o negócio,
comprou só nesse dia 4 mil pares de sapatos por menos de 3 mil dólares.

Na mesma época, uma prima dele que trabalhava numa fábrica em Providence que incendiou tinha guardado na sua garagem um “montão” de
tecidos e botões e como pretendia vender a casa para mudar para outro estado, ofereceu todo o stock a Chéché que enviou para Cabo Verde,
onde vendeu uma parte e ofereceu outra as pessoas com mais dificuldades.
Tudo que tenho é fruto do meu trabalho

“Meu trabalho é limpo, não vivo na vida errada”, disse Chéché que não sabe explicar como conseguiu tudo isso, razão pela qual acredita na sorte.

Determinado, quando decide fazer uma coisa acaba por fazê-lá. Embora possui a Cidadania Americana, Portuguesa e Cabo-verdiana, considera
que América não é dos Cabo-verdianos e que estes devem trabalhar para depois viver na sua terra natal, apesar de América quer muito a todos
os emigrantes.

O dinheiro da pensão e proveniente da renda dos imóveis, avaliados em mais de um milhão de dólares, é aplicado na aquisição de terrenos e na
construção de edifício, sendo o de maior dimensão ocupado, parcialmente, pela Câmara Municipal de Santa Catarina e onde tem a funcionar uma
unidade hoteleira com bar/restaurante e pensão com 13 quartos funcionais, estando em fase avançada a preparação de mais 3 quartos privados.

Em parceria com um cidadão americano pretende investir na construção de um hotel no litoral de Santa Catarina e neste momento, está em
processo de aquisição de terreno na zona de Fajã.

Casado e pai de 9 filhos, sendo 5 filhos com cinco mulheres diferentes, todos emigrantes na América, Chéché auto-define-se como um homem
trabalhador, respeitador e que trabalha com honestidade para prosperar na vida, amigos de todos e solidário com as pessoas, quer na ilha como
na emigração.

Este disse que passou a ser conhecido por Chéché ki Frá porque é um homem sério, trabalhador e que a sua palavra é obedecida por ser sempre
verdade, que trata todos bem, seja crianças, jovens e adultos, além da frontalidade e sem papas na língua.

Proprietário de alguns imóveis, de entre os quais onde funcionou primeiro a Comissão Instaladora e depois das eleições a Câmara Municipal de
Santa Catarina.

Sem papas na língua, tornou-se numa figura muito conhecida na Ilha pela sua frontalidade. E ka frádu frá, ê Chéché ki frá”.
Oct 24, 2009                                                                                                                   COMENTÁRIOS

name = Lucilioemail = djhelenomix@hotmail.comphone = 85 87227278comments =

Não é bem assim, se afirmar através de meio de comunicação social de uma forma cheia a um titulo desse, homem que cumpre a palavra, é muito triste para os cidadão do nosso país e
para nossa freguesia. Santa catarina precisa de pessoa de iniciativa, alguem que sabe processar algo sem atingir ninguém, não precisa de pessoas que tem uma conta Bancaria cheia,
que vivi fazendo promessas inexistente aos cidadão, e com o apoio de alguns, inclusive os de partido políticos, vivi intimidando aos outros passando em cima como trator, achando que é o
dono do mundo, infelizmente Santa catarina ainda não sabem quem homenagiar. uma dica: homenagiar uma pessoa é quando ela fez algo,é quando lutou por alguma coisa que benfociou
não só a ele mas também a comunidade de uma forma geral, algo visto concreto, não algo que é falado pelo próprio, induzindo que é capaz disso ou aquilo. pode ser que o cara veio de uma
familia conhecido e humilde, mas com certeza ele nunca foi conhecido, nem em cabo verde nem em lugar nenhum, o que ele fez que se tornou conhecido assim de? há deve ser ele
ganhou os dolares nos EUA trabalhando, e se tornou conhecido? só porque o cara tem dinheiro ele é conhecido? Ele não foi intelectual, de conhecimento não entende nada não realizou
nada que não seja dele mesmo,só tem dinheiro igual aos outros que trabalharam também, só isso que permite ele fazer o que bem entender até aranjar um markiting pessoal, isso porque
em santa catarina também, uma pessoa para ser referencia precisa só viajar para os Estados Unidos e logo ele é o maximo, ja ninguem mais pode com ele, e os que não viajar!am nunca,
voçé pode ser aquela pessoa que está ali ralando todos os dias para o bem do seu país, vivendo as situações do dia dia da miseria e pobreza, basta voçé nunca pisou nos estados unidos,
voçé não é ninguém. são os sintomas atuais de Santa catarina.para reforçar também queria lembrar que se ele veio de uma familia humilde isso não diz nada porque todo mundo veio de
uma familia humilde ou não, as pessoas tem familia, não é o nivel de conceito familiar que faz uma pessoa.
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